terça-feira, 20 de outubro de 2009

Como agir com um colega intrometido, que põe defeito em tudo o que você faz?

Existe um tipo de profissional que não é muito difícil de encontrar em uma empresa: o intrometido. Trata-se daquela pessoa que sempre está dando uma opinião, mesmo que não tenha sido perguntada, sobre uma tarefa que não é de sua responsabilidade, além disso, está sempre colocando defeitos no que os outros fazem e até se comporta como se fosse o chefe, mesmo estando no mesmo nível hierárquico que o seu.
Para quem trabalha com esse tipo de pessoa, manter a calma é difícil e exige exercício constante. Esse colega quase sempre prejudica a sua produtividade e cria um clima de competição na empresa que pode ser prejudicial. Se você está passando por essa situação, saiba que existem algumas atitudes que podem ser tomadas para mudar o comportamento dessa pessoa.
Para ele, a melhor forma de corrigir esse comportamento é o feedback. "Primeiramente, tem que falar: "obrigado pela sua ajuda, mas quem tem de fazer isso sou eu". "Se o colega insistir, é preciso ser mais enfático e deixar claro que o trabalho é seu e não dele", diz.
Witt considera que a intromissão demonstra que a pessoa não valoriza a opinião dos outros, além de passar uma imagem de que ela acredita ser mais importante que os outros funcionários da empresa. "Há infinitas possibilidades de se fazer a mesma coisa, e cada um tem direito a usar a sua, na tarefa pela qual é responsável", considera.
Além disso, o sócio lembra que a responsabilidade pela execução dessa tarefa será sua, e não do colega intrometido, por isso, é importante que a decisão também seja sua.
"Se a ajuda é esporádica, é bacana, até porque é importante ouvir os demais. Mas, no final do dia, quem assina o trabalho é você", explica.

Deixando o chefe de fora
Já se você pensou em procurar o chefe para falar desse colega, pense outra vez. Isso porque essa atitude pode acabar prejudicando a sua imagem. Segundo Witt, isso mostrará que não houve competência suficiente para lidar com a situação.
"Isso só deve ser feito em última instância, porque problemas de relacionamento entre os pares devem ser resolvidos entre os pares. Tem de exercitar o braço político. Se o colega não respeita, é possível pedir ajuda também a outros pares", reforça Witt.

Por Roberta de Matos Vilas Boas – InfoMoney

http://www.administradores.com.br/noticias/como_agir_com_um_colega_intrometido_que_poe_defeito_em_tudo_o_que_voce_faz/26888
Publicado em:19 de outubro de 2009 às 00:10

sábado, 17 de outubro de 2009

FILOSOFIA POPULAR

FILOSOFIA POPULAR

FILOSOFIA POPULAR

Durante o processo eleitoral de um sindicato no RN, um dos componentes da chapa vencedora para justificar a sua pouca participação na campanha disse que procurou votos no corpo-a-corpo, sozinho, em seguida arrematou com essa:

"Fiquei como talo de macaxeira e braguilha de padre: trabalhando por dentro".

(José Messias, 2009 D.C.)

A arte no caos. Ou, o caos na arte

Um caos. Assim foi o acampamento do Enearte em Salvador. Chocante o contraste econômico/visual/cultural dessa imagem: o acampamento em primeiro plano e ao fundo o hotel de luxo. (Foto Cristal, Artes Visuais - UFRN)

Enearte salvador em imagens

Os artistas e sua obra. Alunos de artes visuais e teatro da UFRN.

ARTE RUPESTRE. PATRIMÔNIO DA ESPÉCIE HUMANA.


Mas o que são afinal os registros rupestres? Manifestações artísticas, ritualísticas, monumentais ou comunicativas? A julgar pelas características, todas elas intrínsecas às manifestações rupestres, todas essas definições estão corretas. Os arqueólogos, semiólogos, paleontólogos, entre outros, que vislumbram os “conjuntos iconográficos” como elementos auxiliares na catalogação, datação e reconhecimento de antigas civilizações, os vêem como o primeiro sistema de comunicação, fato concreto, pois existem claramente identificados os elementos comunicador, comunicante e comunicado.
É monumento, pois, segundo a definição de Giles Delleuze os monumentos são formados por elementos perceptivos e afectivos que são capazes de existirem por si só, característica fundamental para a sua própria conservação. As pinturas rupestres têm essa característica. Além de tudo, é uma das mais belas e intrigantes manifestações artísticas que conhecemos. Possui o elemento abstrato, a representação naturalista que Hauser classifica de “Naturalismo Geométrico”. Para Hauser, o pintor pré-histórico “pintava o que via”, chegando a caracterizar a arte rupestre como a primeira manifestação impressionista na História da Arte. E tem a característica da fruição, pela qual nós observamos os conjuntos artísticos nos dias de hoje.
Portanto, sintamo-nos contemplados, seja qual for a nossa área de interesse pelas pinturas rupestres. Tenham elas caráter artístico ou científico, serão sempre um patrimônio da espécie humana.

Edson Lima

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

A ARTE VENCE.



Mesmo com toda essa desordem, ficou como positiva a participação dos artistas no encontro. Nesse particular a delegação do RN foi de longe o principal motor do sucesso do XIII ENEARTE, com as performances do Pau e Lata, da Gaya, do pessoal do teatro, do Circo La Trupe e dos nossos artistas visuais que mesmo com todas as dificuldades conseguiram mostrar a produção do nosso DEART. Tanto que a nossa delegação era aclamada sempre que era anunciada durante as apresentações, prova de que estamos produzindo bem na UFRN. Outras performances das quais gostei muito foi do pessoal da Fanfarra das Artes (BA) na música e do Carimbó (PA) na dança. O momento que mais me emocionou foi na apresentação do Pau e Lata com a participação de uma bailarina negra, numa coreografia afro, ao som do bolero de Ravel.
Ao final o saldo foi positivo. Mesmo com a desorganização quase total, com o excesso de lixo, com a falta constante de água, com o calor, com as excursões ao Pelourinho, o movimento estudantil de artes venceu. Os protestos foram feitos, muita produção artística foi mostrada e o RN saiu consolidado como uma das forças do movimento estudantil de artes, garantindo uma vaga na coordenação da FENEARTE – Federação Nacional dos Estudantes de Arte e se credenciando como futuro organizador do ENEARTE em 2011.